Autores/as
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Analisa Candeias
Escola Superior de Enfermagem da Universidade do Minho, Braga, Portugal. Unidade de Investigação em Ciências da Saúde: Enfermagem (UICISA: E), Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC), Coimbra, Portugal. Centro de Investigação Interdisciplinar emSaúde, Universidade Católica Portuguesa, Porto, Portugal. Socieda de Portuguesa de História da Enfermagem, Porto, Portugal.
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Alexandra Esteves
Universidade Católica Portuguesa, Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais, Braga, Portugal. Lab2PT - Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho, Braga, Portugal
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Inês Afonso
Hospital de Braga, Braga, Portugal
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Carla Freitas
Casa de Saúde do Bom Jesus – Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus, Braga, Portugal
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Diana Pereira
Stichting Pergamijn, Maastricht, Países Baixos
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Luís Sá
Universidade Católica Portuguesa, Instituto de Ciências da Saúde, Porto, Portugal. Centro de Investigação Interdisciplinar emSaúde, Universidade Católica Portuguesa, Porto, Portugal.Sociedade Portuguesa de História da Enfermagem, Porto, Portugal
Palabras clave:
s:8:"Historia";, s:25:"Historia de la enfermería";, s:11:"Psiquiatría";, s:12:"Salud mental";, s:34:"Personas con enfermedades mentales";
Resumen
A doença mental foi alvo de curiosidade desde os tempos antigos. Embora sendo tratada muitas vezes como algo sobrenatural, a doença mental, vulgo loucura, foi igualmente abordada como um problema derivado de um desequilíbrio do corpo e/ou da alma, amiúde associada até a problemas espirituais. De facto, a enfermidade da mente encontra-se vinculada a um certo misticismo, fruto, quiçá, da dificuldade de análise concreta que os processos mentais apresentaram ao longo dos tempos [Fragmento de texto].