Condiciones de desinfección de superficies inanimadas en unidades de terapia intensiva

Autores/as

  • Mayara Esquivel de Souza Graduada em Enfermagem pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste)
  • Helder Ferreira Graduado em Enfermagem pela Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO), Mestre pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade de São Paulo (USP), Professor Assistente do Departamento de Enfermagem da Unioeste
  • Adriana Zilly Graduada em Biologia pela UEM, Mestre e Doutora pela UEM, Professora Adjunta do Departamento de Enfermagem e do Programa de Pós-Graduação em Educação e Saúde Pública da Unioeste
  • Andréa Luciana Araújo de Mattos Graduanda em Enfermagem, MBA em Gestão Hospitalar, Especialista em Enfermagem / Urgência e Emergência pela Faculdade União das Américas (UNIAMÉRICA), Gerente das UTIs do Hospital Ministro Costa Cavalcanti
  • Loreni Silva Groth Pereira Graduada em Enfermagem pela UNIAMÉRICA, Especialista em Gestão Hospitalar, Supervisora das UTIs do Hospital Ministro Costa Cavalcanti
  • Rosane Meire Munhak da Silva Graduada em Enfermagem pela Unioeste, Mestre pela Unioeste, Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da USP, Professora Assistente do Departamento de Enfermagem da Unioeste

Palabras clave:

s:22:"Infección Hospitalaria";, s:32:"Servicio de Limpieza en Hospital";, s:24:"Contaminación de Equipos";, s:10:"Enfermería";

Resumen

Objetivo: Describir las condiciones de limpieza de superficies inanimadas comunes al tacto de los pacientes y equipo de salud después de la limpieza terminal en una unidad de terapia intensiva. Método: Estudio prospectivo, experimental, desarrollado entre noviembre y diciembre de 2016. Se evaluaron 44 superficies cercanas al paciente, por medio de la inspección visual y método microbiológico. Resultados: De forma visual, todas las superficies se encontraban secas y limpias. Por el método de tinción de Gram, se verificaron microorganismos en el 81,8% de los lechos. Se encontraron microorganismos en 40,9% de superficies, principalmente en las rejillas de camas. En bombas infusoras no se observaron microorganismos. En el 38,8% de las muestras se encontró Bacilos Gram negativos. Conclusión: Hay necesidad de cambios en el comportamiento del equipo de salud, así como la revisión de los protocolos de desinfección como formas de reducir las Infecciones relacionadas con la Atención de la Salud

Referencias

Publicado

10-07-2019

Número

Sección

Pesquisa

Cómo citar

1.
Condiciones de desinfección de superficies inanimadas en unidades de terapia intensiva. R de Pesq: cuidado e fundamental Online [Internet]. 10 de julio de 2019 [citado 3 de abril de 2026];11(4):951-6. Disponible en: https://staging.ciberindex.com/index.php/ps/article/view/P951956