Autores/as
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Cléton Salbego
Graduação em Enfermagem pela Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões – URI Campus Santiago. Mestre em Enfermagem pela Universidade Federal de Santa Maria. Docente do Sistema de Ensino Gaúcho (Rio Grande do Sul, Brasil)
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Silvia Maria Bohmer Poerschke
Graduação em Enfermagem pela Faculdade Integrada de Santa Maria. Especialista em Gestão e Assistência em Terapia Intensiva pelo Sistema de Ensino Gaúcho – SEG. Enfermeira do Hospital de Caridade Astrogildo de Azevedo (Rio Grande do Sul, Brasil)
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Iris Elizabete Messa Gomes
Graduação em Enfermagem pela Universidade Federal de Santa Maria. Especialista em Obstetrícia pelo Centro Universitário Franciscano – Santa Maria/RS. Docente do Departamento de Ciências da Saúde da Universidade Federal de Santa Maria (Rio Grande do Sul, Brasil)
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Andressa de Andrade
Graduação em Enfermagem pela Universidade Federal do Rio Grande. Doutora em Ciências da Saúde pela Universidade Federal do Rio Grande. Docente do Departamento de Ciências da Saúde da Universidade Federal de Santa Maria (Rio Grande do Sul, Brasil)
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Elisabeta Albertina Nietsche
Graduação em Enfermagem e Obstetrícia pela Faculdade Nossa Senhora Medianeira. Doutora em Enfermagem pela Universidade Federal de Santa Catarina. Docente do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria (Rio Grande do Sul, Brasil)
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Thayná Champe da Silva
Graduação em Enfermagem pela Universidade Federal de Santa Maria. Mestranda em Enfermagem pelo Programa de Pós Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria (Rio Grande do Sul, Brasil)
Palabras clave:
s:10:"Enfermería";, s:11:"Acogimiento";, s:12:"Comunicación";, s:31:"Unidades de Cuidados Intensivos";
Resumen
Objetivo: Describir los sentimientos vivenciados por familiares de pacientes internados en Unidad de Terapia Intensiva y conocer cómo los profesionales de enfermería actúan frente a esos sentimientos. Método: Revisión integrativa de la literatura realizada en las bases de datos de la Biblioteca Virtual de Salud (BVS), utilizando los descriptores: enfermeira, apoyo familiar de paciente, acogida, comunicación, relaciones profesionalfamilia, unidad de terapia intensiva adulto, en el período de 2012 a 2016. Resultados: Se observó un total de 139 artículos, de los cuales 32 fueron analizados por satisfacer los criterios de inclusión. Se evidenció los sentimientos vivenciados por los familiares, la actuación de la enfermería frente a esos sentimientos así como las orientaciones e informaciones prestadas a los familiares. Aún quedaron evidentes los factores negativos que influenciaron la actuación de los profesionales de enfermería con la familia. Conclusión: Los resultados permitieron una reflexión sobre las percepciones y actuación de los profesionales de enfermería de UTI, frente a los sentimientos vivenciados por los familiares