Autores/as
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Raphael Neves Barreiros
Enfermeiro. Especialista em Acupuntura e Eletroacupuntura pela Academia Brasileira de Arte e Ciência Oriental – ABACO (Rio Grande do Sul, Brasil)
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Luana Borges Dutra
Enfermeira. Especialista em Acupuntura e Eletroacupuntura pela Academia Brasileira de Arte e Ciência Oriental – ABACO (Rio Grande do Sul)
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Roberto Carlos Lyra da Silva
Enfermeiro. Doutor em Enfermagem pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. Coordenador do Curso de Doutorado - PPGENFBIO/UNIRIO (Rio de Janeiro, Brasil)
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Yonara Cristiane Ribeiro
Enfermeira. Doutoranda do Curso de Pós-graduação em Enfermagem e Biociências – PPGENFBIO / UNIRIO. Professora Assistente I do Departamento de Enfermagem – REN / Universidade Federal Fluminense - UFF (Rio de Janeiro, Brasil)
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Lidiane da Fonseca Moura
Enfermeira. Doutoranda do Curso de Pós-graduação em Enfermagem e Biociências – PPGENFBIO / UNIRIO. Professora Substituta do Curso de Graduação em Enfermagem Campus Macaé, da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ (Rio de Janeiro, Brasil)
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Thiago Quinellato Louro
Enfermeiro. Doutor em Ciências – PPGENFBIO / UNIRIO. Coordenador do Grupo de Pesquisa: Laboratório de Pesquisa e Experimentação para o Ensino e Cuidado em Enfermagem – L@PETECEnf / UFF. Professor Adjunto I do Departamento de Enfermagem – REN / Universidade Federal Fluminense - UFF (Rio de Janeiro, Brasil)
Palabras clave:
s:10:"Enfermería";, s:13:"Salud Laboral";, s:24:"Terapias Complementarias";, s:10:"Acupuntura";
Resumen
Objetivo: Caracterizar la técnica de craneofaringe japonés como instrumento para el tratamiento del dolor no específico en los profesionales de la salud. Método: Estudio del tipo antes y después. El escenario fue una institución pública de salud, de asistencia a nivel primario. El proceso de recolección de datos ocurrió por un período de 4 semanas, totalizando 8 sesiones. Se utilizó la Escala Visual / verbal Numérica antes y después de la sesión. Los datos se analizaron con ayuda del programa Bioestat 5.3. Resultados: Fue compuesto por 7 sujetos, aproximadamente el 41% del total de los profesionales del equipo que componen el escenario del estudio. La técnica de craneoparatil japonesa ayudó en la reducción del dolor (p = 0,009) en el 100% de los participantes de este estudio. Conclusión: La cranealuntura japonesa fue eficaz en todas las sesiones, en la reducción del dolor no específico de los sujetos del estudio