Autores/as
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Vania da Rosa Friedrich
Enfermeira. Especialista em Enfermagem em Terapia Intensiva pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul. Hospital Unimed Noroeste/RS. Hospital Unimed Noroeste/RS
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Monique Pereira Portella Guerreiro
Enfermeira. Mestranda do Programa de Pós Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
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Eliane Raquel Rieth Benetti
Enfermeira. Mestre em Enfermagem. Doutoranda em Enfermagem pelo Programa de Pós Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Hospital Universitário de Santa Maria/RS
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Joseila Sonego Gomes
Enfermeira. Mestre em Enfermagem. Doutoranda em Enfermagem pelo Programa de Pós Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Docente na Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul. Hospital Unimed Noroeste/RS. Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ
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Rosane Maria Kirchner
Matemática. Doutora em Engenharia Elétrica. Docente na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Campus Palmeira das Missões/RS. Universidade Federal de Santa Maria – UFSM, Campus Palmeira das Missões
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Eniva Miladi Fernandes Stumm
Enfermeira. Doutora em Ciências – Enfermagem. Docente na Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul. Hospital Unimed Noroeste/RS. Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ
Palabras clave:
s:5:"Dolor";, s:18:"Estrés psicológico";, s:22:"Adaptación psicológica";, s:7:"Mujeres";, s:7:"Cesárea";
Resumen
Objetivo: Cevaluar dolor, estrés percibido y afrontamiento en madres postoperatoria cesárea. Métodos: Estudio transversal, cuantitativo, con 65 madres en un hospital general. Fueron incluidas madres en post cesárea con quejas y/o signos de dolor en las últimas 24 horas. La recolección de datos, de abril a julio de 2014, con el McGill Pain Questionnaire, Formulario de caracterización sociodemográfica/clínica, Escala de estrés percibido y Inventario de Estrategias de adaptación. Se realizó análisis estadístico. Proyecto aprobado por Comité Ético de Investigación de UNIJUI, CAAE Nº 26726014.0.0000.5350. Resultados: 46.4% reportaron dolor severo; 64,6% dolor “enfermo”. El 83,1% fueron clasificados como medio estrés y reevaluación positiva fue factor de afrontamiento más utilizado. Conclusión: En la cirugía, la salud biopsicosocial de mujeres después del parto puede verse comprometida por presencia de dolor, sin embargo, el uso de estrategias de afrontamiento centradas en el problema puede favorecer positivamente para hacer frente a los factores de estrés.