Factores que interfieren en el atributo coordinación en la atención primaria de la salud: revisión integrativa

Autores/as

  • Daniela Dal Forno Kinalski Universidad Federal de Santa María, Rio Grande do Sul, Brasil
  • Ana Paula dos Santos Oliveira Universidad Federal de Santa María, Rio Grande do Sul, Brasil
  • Cristiane Cardoso De Paula Universidad Federal de Santa María, Rio Grande do Sul, Brasil
  • Stela Maris de Mello Padoin Universidad Federal de Santa María, Rio Grande do Sul, Brasil
  • Maria Denise Schmidt Universidad Federal de Santa María, Rio Grande do Sul, Brasil
  • Raquel Einloft Kleinubing Universidad Federal de Santa María, Rio Grande do Sul, Brasil

Palabras clave:

s:17:"Atención Primaria";, s:23:"Sistemas de información";, s:23:"Integración de sistemas";, s:32:"Servicios de salud de evaluación";, s:42:"Atención a la salud basada en la evidencia";

Resumen

Objetivo: Evaluar la evidencia disponible en la literatura sobre los factores que afectan la coordinación de la APS. Método: una revisión integradora llevada a cabo en julio de 2015, en las bases de datos electrónicas: LILACS, PubMed y Scopus. La búsqueda usada en la base de datos LILACS: La atención primaria de salud [descriptor de asunto] y (coordinación) o (integración) o (sistema de información sanitaria) [palabras]. En Scopus y en PubMed utilizando los descriptores: (atención primaria de salud) y sistemas (de integración). Resultados: Los factores que favorecen la coordinación son: el acceso a los registros médicos en todos los puntos de la RAS, registros completos, la implementación de los registros electrónicos, la comunicación entre los puntos de la red. Factores que desfavorecen: dificultades para acceder a los documentos electrónicos, la transferencia y la falta de comunicación entre los puntos de RAS y la burocracia en la derivación a otros servicios. Conclusión: Existe la necesidad de una mayor inversión en la implementación de los documentos electrónicos y registro completo de los profesionales y una mayor comunicación entre los puntos de la red.

Biografía del autor/a

  • Daniela Dal Forno Kinalski, Universidad Federal de Santa María, Rio Grande do Sul, Brasil

    Programa de Postgrado en Enfermería, Universidad Federal de Santa María, Rio Grande do Sul, Brasil

  • Ana Paula dos Santos Oliveira, Universidad Federal de Santa María, Rio Grande do Sul, Brasil

    Curso de Graduación en Enfermería, Universidad Federal de Santa María, Rio Grande do Sul, Brasil

  • Cristiane Cardoso De Paula, Universidad Federal de Santa María, Rio Grande do Sul, Brasil

    Programa de Postgrado en Enfermería, Universidad Federal de Santa María, Rio Grande do Sul, Brasil

  • Stela Maris de Mello Padoin, Universidad Federal de Santa María, Rio Grande do Sul, Brasil

    Programa de Postgrado en Enfermería, Universidad Federal de Santa María, Rio Grande do Sul, Brasil

  • Maria Denise Schmidt, Universidad Federal de Santa María, Rio Grande do Sul, Brasil

    Programa de Postgrado en Enfermería, Universidad Federal de Santa María, Rio Grande do Sul, Brasil

  • Raquel Einloft Kleinubing, Universidad Federal de Santa María, Rio Grande do Sul, Brasil

    Programa de Postgrado en Enfermería, Universidad Federal de Santa María, Rio Grande do Sul, Brasil

Referencias

1. Brasil. Portaria nº 2.488 de 21 de outubro de 2011. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica, para a Estratégia Saúde da Família (ESF) e o Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS). Diário Oficial da União, 2011.
2. Silva RMD, Andrade LOMD. Coordenação dos cuidados em saúde no Brasil: o desafio federal de fortalecer a atenção primária à saúde. Physis (Rio J.) 2014; 24(4): 1207-228.
3. Organização Pan-americana da Saúde /Organização Mundial de Saúde. Declaração de Alma-Ata. Conferência Internacional sobre Cuidados Primários em Saúde. 1978. Disponível em: <http://www.opas.org.br>. Acesso em: 12 abr. 2015.
4. Starfield, B. Is primary-care essential? Lancet 1994; 344 (8930): 1129-33.
5. Starfield B.; SHI L. Manual for the Primary Care Assessment Tools. Baltimore; Johns Hopkins University. 2009. Disponível em: https://www.scienceopen.com/document?vid=7a7338ee-87ed-40ff-8b7f-2417eba777efAcesso em: 06 abr. 2015.
6. Brasil. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n. 4.279, de 30 de Dezembro de 2010. Estabelece diretrizes para a organização da Rede de Atenção à Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Brasília: Ministério da Saúde, 2010.
7. Starfield B. Atenção Primária: equilíbrio entre necessidades de saúde, serviços e tecnologia. Brasília: UNESCO, Ministério da Saúde, 2002. 726 p. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/atencao_primaria_p1.pdf Acesso em: 05 nov. 2015.
8. Almeida PFD, Giovanella L, Nunan BA. Coordenação dos cuidados em saúde pela atenção primária à saúde e suas implicações para a satisfação dos usuários. Saúde em Debate. 2012; 36(94): 375-91.
9. Giovanella L. Redes integradas, programas de gestão clínica e generalista coordenador: análise das reformas recentes do setor ambulatorial na Alemanha. Ciência & Saúde Coletiva 2011; 16(s1): 1081-96,
10. Almeida PF, Giovanella L, Mendonça MHM, Escorel S Desafios à coordenação dos cuidados em saúde: estratégias de integração entre níveis assistenciais em grandes centros urbanos. Cadernos de Saúde Pública 2010; 26(2): 286-98.
11. Mendes KDS, Silveira RCCP, Galvão CM. Revisão integrativa: método de pesquisa para a incorporação de evidências na saúde e na enfermagem. Texto Contexto Enferm 2008; 17(4): 758-64.
12. Ursi ES, Galvão CM. Prevenção de lesões de pele no perioperatório: revisão integrativa da literatura. Rev latinoam enferm. 2006; 14(1):124-31.
13. Fineout-Overholt E, Stillwell SB. Asking compelling, clinical questions. In: Melnyk BM, Fineout-Overholt. Evidence-based practice in nursing & healthcare. A guide to best practice. Philadelphia: Wolters Kluwer, Lippincott Williams & Wilkins; 2011. p. 25-39.
14. Freitas OS, Romanzini AE, Ribeiro JC, Bellusse GC, Galvão CM. Controle glicêmico no perioperatório: evidências para a prevenção de infecção de sítio cirúrgico. Rev. Eletr. Enf. 2013. 15(2): 541-50.
15. Furtado MCC, Braz JC, Pina JC, Mello DF, Lima, RAG. A avaliação da atenção à saúde de crianças com menos de um ano de idade na Atenção Primária 2013; 21(2): 561-561.
16. Sala AL, Carla G, Simões O, Marsiglia RG. Integralidade e atenção primária à saúde: avaliação na perspectiva dos usuários de unidades de saúde do município de São Paulo. Saúde Soc. 2011; 20(4): 948-960.
17. Souza G. T, Alves BA, Tacla MTGM, Collet N, Toso, BRGO. Avaliação do princípio da coordenação na atenção primária à saúde da criança em Londrina-PRSemina: Ciências Biológicas e da Saúde. 2015; 36(1):39-46.
18. Silva SA, Nogueira DA, Paraizo CMS, Fracolli LA Avaliação da Atenção Primária à Saúde: visão dos profissionais de saúde. Rev Esc Enferm USP 2014; 48(Esp):126-32.
19. Gomes KO, Cotta RMM, Araujo RMA, Cherchiglia ML, Martins TCP. Atenção Primária à Saúde - a "menina dos olhos" do SUS: sobre as representações sociais dos protagonistas do Sistema Único de Saúde. Ciênc. saúde coletiva 2011; 16(supl.1): 881-892.
20. Sisson MC, Andrade SR, Giovanella L, Fausto MCR, Souza CRP. Estratégia de saúde da família em Florianópolis: integração, coordenação e posição na rede assistencial. Saúde Soc 2011; 20(4): 991-1004.
21. Giovanella L, Mendonça MHM, Almeida PF, Escore S, Senna MCM, Fausto MCR, Delgado MM, Andrade CLT, Cunha MS, Martins MIC, Teixeira CP. Saúde da família: limites e possibilidades para uma abordagem integral de atenção primária à saúde no Brasil. Ciênc. saúde coletiva 2009; 14(3): 783-94.
22. Lopes LM, Magnabosco GT, Andrade RLP, Ponce MAZ, Wysocki, AD, Ravanholi GM, et al. Coordination of care for people living with HIV/AIDS in a city in São Paulo State, Brazil. Cadernos de Saude Publica 2014; 30(11):2283-97.
23. Silva SA, Fracolli LI. Avaliação da assistência à criança na Estratégia de Saúde da Família Rev Bras Enferm [Internet] 2016; 69(1): 54-61.
24. Dykes PC, Samal L, Donahue M, Greenberg JO, Hurley AC, Hasan O, O'Malley TA, Venkatesh AK, Volk LA, Bates DW.A patient-centered longitudinal care plan: vision versus reality. J Am Med Inform Assoc 2014 Nov-Dec; 21(6): 1082-90.
25. Silva RMM, Sobrinho RAS, Neves ET, Toso BRGO, Vieira CS. Desafios à coordenação na atenção primária à saúde da criança. Ciência & Saúde Coletiva, 2015; 20(4): 1217-1224.
26. Hassol A, Goodman L, Younkin J, Honicker M, Chaundy K, Walker JM. Survey of state health information exchanges regarding inclusion of Continuity of Care Documents for long-term post-acute care (LTPAC) patient assessment. Perspect Health Inf Manag. 2014; 1(11):2014.
27. Silva C, Cristine P, Neto AVO, Sousa MF. "Quais são os desafios para a qualificação da Atenção Básica na visão dos gestores municipais?" Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (CEBES) 2015; 39(105): 323-336.
28. Pereira MJF, Curvo PA, Fortuna CM, Coutinho SS, Queluz MC, Campos LVO, Fermino TZ, Santos CB. Avaliação das características organizacionais e de desempenho de uma unidade de Atenção Básica à Saúde. Rev. gaúch. enferm mar. 2011; 32(1): 48-55.
29. Gomes FM, Silva MGC. Programa Saúde da Família como estratégia de atenção primária: uma realidade em Juazeiro do Norte. Ciênc. saúde coletiva 2011; 16(1): 893-902.
30. Assis EG, Beraldo AA, Monroe AA, Scatena LM, Gonzales, RIC, Palha PF, Protti SM, Villa TCS. A coordenação da assistência no controle da tuberculose. Rev. Esc. Enferm. USP 2012;46(1): 111-118.
31. Queiróz ES, Penna CMM. Conceitos e práticas de integralidade no município de Catas Altas-MG. REME rev. min. Enferm. 2011; 15(1): 62-69.
32. Almeida PF, Fausto MCR, Giovanella L. Fortalecimento da atenção primária à saúde: estratégia para potencializar a coordenação dos cuidados. Rev. panam. salud pública 2011; 29(2): 84-95.
33. Melo EM, Paiva L, Álvares J, Flecha ALD. A organização da Atenção Básica em municípios integrantes do projeto de expansão e consolidação da saúde da família em Mato Grosso, Brasil. Cad. saúde pública 2008; 24(supl.1): 29-41.
34. Turci, MA, Costa, MFLCJ, Macinko, J. Influência de fatores estruturais e organizacionais no desempenho da atenção primária à saúde em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, na avaliação de gestores e enfermeiros. Cad. Saúde Pública [online]. 2015; 31(9): 1941-1952.
35. Macedo LM, Martin STF. Interdependência entre os níveis de atenção do Sistema Único de Saúde (SUS): significado de integralidade apresentado por trabalhadores da Atenção Primária. Interface comun. saúde educ. 2014; 18(51): 660-60.
36. Onocko-Campos RT, Campos, GWS, Ferrer AL, Corrêa CRS, Madureira PR, Gama CAP, Dantas DV, Nascimento R. Avaliação de estratégias inovadoras na organização da Atenção Primária à Saúde Rev. saúde pública. 2012; 46(1):43-50.
37. Oliveira FB, Guedes HKA, Oliveira TBS, Lima Junior JF. (Re)construindo cenários de atuação em saúde mental na Estratégia Saúde da Família. Rev. bras. promoç. saúde (Impr.) 2011; 24(2):109-15.
38. Wiese M, Jolley G, Baum F, Freeman T, Kidd M. Australia's systems of primary healthcare: The need for improved coordination and implications for Medicare Locals. Australian Family Physician 2011; 40(12): 995-99.

Publicado

30-05-2018

Número

Sección

Revisiones

Cómo citar

1.
Factores que interfieren en el atributo coordinación en la atención primaria de la salud: revisión integrativa. Enferm Comunitaria (Gran) [Internet]. 30 de mayo de 2018 [citado 3 de abril de 2026];14. Disponible en: https://staging.ciberindex.com/index.php/ec/article/view/e11079