Muerte contemporánea: ¿huellas valiosas y duraderas o negación de la muerte?
Palabras clave:
s:19:"Estudios culturales";, s:6:"Muerte";, s:31:"Medios de comunicación de masas";, s:8:"Discurso";, s:13:"Subjetivación";Resumen
Ensaio reflexivo cuja propositiva aborda a reportagem contemporânea intitulada “Black Mirror” da vida real: brasileiro funda Startup para recriar pessoas mortas, escrita para a revista Forbes Brasil e publicada no dia 20 de setembro de 2020. O que nos interessa problematizar neste ensaio diz respeito ao governo do outro, à disciplina e às possíveis modificações biopolíticas resultantes dessa eternização de si. A partir dos Estudos Culturais, especificadamente utilizando conceitos de Foucault e Byung-Chul Han, analisa-se como os discursos acerca da morte são apresentados na referida reportagem, entendendo o governo dos corpos e dos modos de vida, numa perspectiva em que uma identidade humana seria mapeada, processada e monetizada em uma inteligência artificial. Ampliando a acepção foucaultiana, estaríamos transitando da sociedade disciplinar e da biopolítica para a sociedade do rendimento e da “psicopolítica”, do panóptico para o “pan-óptico” virtual ou digital. É sedutor permanecer vivo e produzir emoções positivas nas pessoas que amamos, mesmo depois de nossa morte. Para profissionais da saúde essas reflexões são validas na condução das práticas de cuidado e na compreensão sobre a finitude
